






As minhas primeiras experiências.





Esta é, para mim, umas das melhores fotografias que fiz.
Bonito, bonito é ver logo pela manhã uma senhora de 60 anos a sair de uma pastelaria para escarrar toda a expectoração, que tinha acumulado durante a sua vida, e o escarro aterrar em cima das suas mamas, restando somente um rasto verde que subia até à boca.
Aflita, mas não atrapalhada, limpou rapidamente a ‘prenda’ com a mão e, habilmente, jogou o muco para o chão.
Adoro estes momentos natalícios.


A selva foi um dos níveis que desde cedo comecei a imaginar.
Gosto particularmente do comportamento dos pirilampos enquanto se joga.
Na casa, daquela rua, Maria encontrava-se sentada com um desenho que parecia feito por uma criança. Era feito com partes de pessoas. Maria pensava norte. Tinha traços contidos de que usaria. Não queria dar um outro desenho sem a coragem de matar a cadela de Marco. Como explicaria a alguém que apanhou um susto num assalto e que tinha sido morta quando alguém lhe deu o desenho que continua a esvoaçar numa praia, com um chapéu longo e a beber “Pomada”? Estavam cada vez mais longe de serem Maria. Tinha a certeza. Decidiu no momento que foi surpreendida. “Como foste capaz?” Perguntou Deus.